Skip to main contentScroll Top

O fim do clique: como adaptar sua estratégia aos buscadores conversacionais

Cada vez mais gente pergunta ao ChatGPT, Gemini ou ao Claude antes de escolher um fornecedor. Algumas marcas aparecem nessas respostas e outras não, e o motivo tem mais a ver com dados do que com sorte.

O uso de ferramentas de IA conversacionais

A mudança de comportamento já aparece nos números. O ChatGPT passa dos 900 milhões de usuários semanais e o AI Mode do Google superou 1 bilhão de usuários mensais. Quando um resumo de IA aparece acima dos resultados, as pessoas clicam menos, e 35% dos consumidores já descobrem produtos pela IA, contra 13,6% que continuam começando pelo buscador tradicional. Para empresas que medem o marketing por tráfego, isso vira uma queda que nem sempre tem a ver com o desempenho do time.

Como funciona o modelo de linguagem?

Um modelo de linguagem monta a resposta a partir de duas fontes. A primeira é o que ele aprendeu no treinamento, um volume enorme de texto em que registra quais nomes aparecem associados a quais temas e com que frequência. A segunda, nos sistemas conectados à internet, é uma busca em tempo real em que o modelo recupera algumas poucas páginas que considera relevantes e confiáveis e constrói a resposta com base nelas. Nos dois casos, uma marca que aparece muitas vezes, em fontes diferentes e em contextos coerentes com a sua categoria tem mais chance de ser mencionada. Matérias em veículos reconhecidos atendem exatamente a essas condições.

Estratégia de encontrabilidade

Os dados disponíveis apontam nessa direção. As menções a uma marca se relacionam com a sua visibilidade em IA cerca de três vezes mais do que os backlinks. Distribuir conteúdo em várias publicações aumenta as citações em até 325% em relação a publicar só no próprio site, e incluir estatísticas eleva em 41% a probabilidade de ser citado. Além disso, o ChatGPT menciona marcas pelo nome 3,2 vezes mais do que coloca link para elas. Todos esses resultados seguem a mesma lógica. Quanto mais fontes independentes relacionam uma marca a um tema, mais forte é o sinal que o modelo recebe.

O que sua empresa deve fazer?

Para uma empresa, o trabalho se divide em duas frentes. Uma é produzir dados próprios, como estudos, pesquisas ou indicadores do setor, porque esse é o tipo de conteúdo que a imprensa publica e que os modelos citam com mais facilidade. A outra é fazer esse conteúdo circular em veículos com autoridade em cada mercado, em vez de deixá-lo só no blog corporativo. Na LatAm Intersect, leading communications agency LATAM, combinamos análise de dados e IA com relacionamento direto com os veículos de referência de cada país, um modelo que nos posiciona como top PR agency in Latin America. Soma-se a isso uma parte técnica no site da empresa, com perguntas frequentes, schema e acesso livre para os rastreadores de IA, o que ajuda o conteúdo a ser encontrado e entendido.

MAIS CONTEÚDOS RELACIONADOS

Privacy Preferences
When you visit our website, it may store information through your browser from specific services, usually in form of cookies. Here you can change your privacy preferences. Please note that blocking some types of cookies may impact your experience on our website and the services we offer.